CONSULTORIA TÉCNICA DE LANÇAMENTO FOLHA 01/01 ESCALA 1:1 SESSÃO 1H30 + DOCUMENTO

Você pergunta quanto custa um aplicativo.
E ouve "entre mil reais e 20 milhões".

Foi essa a resposta que um empreendedor recebeu, de verdade, num fórum. É assim que o mercado trata quem tem uma ideia e não sabe programar. A sessão existe pra acabar com esse escuro: em 1h30 você sai sabendo o que a sua ideia custa, por onde começar e o caminho até o aplicativo estar no ar, com número em reais na frente de cada decisão.

Fornecedores brasileiros publicam de R$ 8 mil a R$ 80 mil pelo mesmo rótulo de "app simples". Num caso documentado, três propostas pro mesmo projeto variaram 300%: R$ 50, R$ 90 e R$ 150 mil.

Quero tirar minha ideia do papel  → R$ 497 · direto no WhatsApp · agenda da semana
Desenho técnico em estilo blueprint: vista explodida de um aplicativo de celular, com chassi do smartphone ao centro, telas de interface, servidores, pagamento por cartão e PIX, selo de loja de aplicativos e cadeado de privacidade, com linhas de cota de desenho de engenharia.
Para quem é

Você provavelmente está em uma destas três frases

"Tenho a ideia, mas não sei programar"

A ideia existe há meses, talvez anos. O que falta não é vontade: é saber quanto custa e por onde começar, ouvindo alguém que desenvolve e que não está tentando te vender um projeto de R$ 80 mil.

"Comecei sozinho e a ferramenta travou"

O no-code ou a IA te levaram longe, até pararem. O projeto precisa de coisas que a ferramenta não faz, e ninguém te diz se vale insistir ou se chegou a hora de procurar um desenvolvedor.

"Pedi orçamento e fiquei mais perdido"

Três respostas, três números, nenhuma explicação. Você não precisa de mais um orçamento: precisa entender a diferença entre eles antes de assinar qualquer coisa.

O que todo mundo tenta antes

Três caminhos que parecem resolver e onde cada um trava

Pedir orçamento em agências

Cada agência orça a tecnologia que ela sabe vender. Você recebe três números que não medem a mesma coisa.

✗ comparação impossível

Perguntar pro amigo dev

Ele responde com a tecnologia que domina, não com a que o seu caso pede. O conselho é sincero e ainda assim enviesado.

✗ resposta enviesada

Gerar com IA ou no-code

A ferramenta monta as telas num fim de semana. O que ela não monta: cobrança de mensalidade, aprovação na loja e LGPD. E ninguém te avisa antes.

✗ trava na última milha

Prova de construção

Não é teoria. Está no ar.

Quem vende "como lançar app" raramente lançou um. Este é o meu:

Anotadíssimo anotadissimo.app ↗

App brasileiro de controle de compras de mercado por nota fiscal (NFC-e). Projetado, construído, publicado e operado por uma pessoa: eu. Aplicativo Android na loja, versão web, mensalidade cobrada por PIX e cartão, servidores próprios. Exatamente o percurso que eu desenho pra você na sessão.

Play StoreAndroid publicado em produção
PIX + cartãoMensalidade cobrada todo mês
165Testes automatizados por release
LGPDPrivacidade e exclusão de dados

E as armadilhas do documento têm cicatriz minha por trás. Eu já integrei um sistema de pagamento inteiro pra descobrir que ele não cobrava mensalidade por PIX, e tive que desligá-lo. Já travei usuários fora do app com uma atualização forçada disparada cedo demais. Cada item do checklist existe porque um dia ele me custou semanas.

O que você leva

O Blueprint: suas cinco perguntas, respondidas por escrito

  1. B-01

    Qual tecnologia usar no seu caso

    A combinação certa pro seu aplicativo, o seu bolso e quem vai cuidar dele depois. Tecnologia da moda não entra no critério.

  2. B-02

    Custo real por mês, em reais

    Domínio, hospedagem, cobrança, e-mails automáticos, loja. O número que nenhum orçamento de agência te mostra antes de assinar.

  3. B-03

    A ordem certa pra construir

    O que entra na primeira versão, o que fica pra depois, e em que ordem, pra ter o aplicativo nas mãos de gente de verdade o quanto antes.

  4. B-04

    O caminho até a loja aprovar

    O que a Play Store e a App Store exigem pra publicar o seu aplicativo, incluindo as páginas de privacidade e a LGPD que barram a maioria na primeira tentativa.

  5. B-05

    As armadilhas caras

    Pagamento que não cobra mensalidade, loja que recusa o aplicativo, atualização que expulsa usuário. Os erros que custam meses, mapeados antes de você cometê-los.

→ Documento entregue em até 2 dias úteis após a sessão.

Como funciona

Da conversa ao documento em três passos

  1. Você me chama

    Pelo WhatsApp. Você descreve a ideia em duas frases e a gente marca o horário. Pagamento por PIX confirma a vaga.

  2. Sessão de 1h30

    Você fala, eu pergunto e desenho. Ao final, as cinco decisões do Blueprint estão tomadas, junto com você, não por cima de você.

  3. Blueprint na mão

    Em até 2 dias úteis você recebe o documento completo, pronto pra executar sozinho, contratar com segurança, ou me chamar pra construir.

Uma decisão de R$ 497 antes de uma de R$ 50 mil

É o que separa você de contratar errado, escolher a tecnologia errada, ou passar seis meses construindo o que a loja vai recusar. 1h30 + documento. Sem curso, sem grupo, sem oferta surpresa no final.

Garantia simples: se nos primeiros 30 minutos você achar que a sessão não é pra você, a gente encerra e eu devolvo 100%. Sem formulário, sem constrangimento.
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Perguntas diretas

O que perguntam antes de agendar

Quanto custa criar um aplicativo no Brasil?
Depende de quem você pergunta, e é esse o problema. Fornecedores brasileiros publicam de R$ 8 mil (desenvolvedor independente) a R$ 80 mil ou mais (agência) pro mesmo rótulo de "app simples", e uma primeira versão costuma ficar entre R$ 30 mil e R$ 90 mil. O número do seu caso depende de cinco decisões tomadas antes do código: tecnologia, custo mensal, cobrança, loja e LGPD. É exatamente isso que a sessão resolve: você sai com o custo da sua ideia, em reais, por escrito.
Preciso saber programar?
Não. A sessão existe justamente pra traduzir o mundo técnico pra sua decisão de negócio. Se você souber programar, ela funciona igual, só muda a profundidade das conversas técnicas.
Fiz meu app com IA ou no-code. A sessão serve pra mim?
É o caso mais comum. A sessão parte do que você já montou e desenha o caminho exatamente do ponto onde a ferramenta parou: cobrança de mensalidade, publicação na loja, LGPD e o custo disso tudo em reais. Você descobre o que aproveita, o que refaz e o que falta.
Tenho medo de contar a ideia e ela ser copiada
Medo comum, e legítimo. Dois fatos: se você preferir, eu assino um acordo de confidencialidade antes da conversa. E pensa no meu incentivo: eu vivo de ajudar ideias a saírem do papel, não de competir com quem me contrata.
E se eu quiser que você construa pra mim?
Existe esse caminho. Uma parte de quem faz a sessão me contrata depois pra construir o aplicativo, e o valor da sessão abate integral do projeto. Mas o Blueprint é desenhado pra valer sozinho: você pode executar com qualquer desenvolvedor de confiança.
Serve pra app iOS? E pra sistema web?
Serve. O Blueprint cobre a decisão de plataforma (Android, iOS, web ou os três), incluindo quando não vale a pena fazer aplicativo nativo e um sistema web resolve por um terço do custo.
Já tenho um desenvolvedor / uma agência. Ainda faz sentido?
É um dos melhores casos. Você chega na conversa com orçamento sabendo o que pedir, o que custa de verdade e quais respostas são sinal de alerta. O Blueprint vira seu termo de referência.
Por que eu confiaria em você?
Porque a prova está no ar: o Anotadíssimo é um aplicativo real, na Play Store, cobrando mensalidade por PIX e cartão, com a LGPD em ordem, construído e operado por uma pessoa só. Eu não ensino o que eu li; eu desenho o que eu fiz.

Sua ideia merece um projeto, não um chute

Me chama no WhatsApp, descreve a ideia em duas frases, e a gente marca a sessão.

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