Em 1h30 a sessão acaba com esse escuro: você sai sabendo o que a sua ideia custa, por onde começar e o caminho até a loja — tudo por escrito.
Tenho a ideia, mas não sei programar
Falta saber quanto custa e por onde começar, sem ouvir quem quer te vender um projeto de R$ 80 mil.
Comecei sozinho e a ferramenta travou
A ferramenta te levou longe, até parar. Ninguém diz se vale insistir ou se é hora de procurar um desenvolvedor.
Pedi orçamento e fiquei mais perdido
Três números, nenhuma explicação. Falta entender a diferença entre eles antes de assinar.
Quem vende “como lançar app” raramente lançou um. O Anotadíssimo é o meu: app brasileiro de compras de mercado por nota fiscal — projetado, construído, publicado e operado por uma pessoa: eu.
As armadilhas do documento têm cicatriz minha: o sistema de pagamento que não cobrava mensalidade por PIX, a atualização que travou usuários. Cada item já me custou semanas.
A combinação certa pro seu aplicativo, seu bolso e quem cuida depois.
Domínio, hospedagem, cobrança, loja. O número que orçamento nenhum mostra antes.
O que entra na primeira versão, o que espera, e em que ordem.
O que a Play Store e a App Store exigem, incluindo a privacidade e a LGPD que barram a maioria.
Pagamento que não cobra mensalidade, loja que recusa, atualização que expulsa. Mapeadas antes.
→ Documento entregue em até 2 dias úteis após a sessão.
Pelo WhatsApp: a ideia em duas frases, horário marcado, PIX confirma.
Você fala, eu pergunto e desenho. As cinco decisões saem tomadas.
Documento completo em até 2 dias úteis, pronto pra executar ou contratar.
Contratar errado ou construir o que a loja recusa custa meses. 1h30 + documento. Sem curso, sem grupo.
Se nos primeiros 30 minutos você achar que a sessão não é pra você, a gente encerra e eu devolvo o valor. Sem formulário, sem constrangimento.
Depende de quem você pergunta, e é esse o problema. Fornecedores brasileiros publicam de R$ 8 mil (desenvolvedor independente) a R$ 80 mil ou mais (agência) pro mesmo rótulo de “app simples”. O número do seu caso depende de cinco decisões tomadas antes do código — e é exatamente isso que a sessão resolve, em reais, por escrito.
Não. A sessão existe justamente pra traduzir o mundo técnico pra sua decisão de negócio. Se você souber programar, ela funciona igual — só muda a profundidade das conversas técnicas.
É o caso mais comum. A sessão parte do que você já montou e desenha o caminho exatamente do ponto onde a ferramenta parou: cobrança de mensalidade, publicação na loja, LGPD e o custo disso tudo em reais.
Medo comum, e legítimo. Se você preferir, eu assino um acordo de confidencialidade antes da conversa. E pensa no meu incentivo: eu vivo de ajudar ideias a saírem do papel, não de competir com quem me contrata.
Existe esse caminho: o valor da sessão abate integral do projeto. Mas o Blueprint é desenhado pra valer sozinho — você pode executar com qualquer desenvolvedor de confiança.
Serve. O Blueprint cobre a decisão de plataforma (Android, iOS, web ou os três), incluindo quando não vale a pena fazer aplicativo nativo e um sistema web resolve por um terço do custo.
É um dos melhores casos. Você chega na conversa sabendo o que pedir, o que custa de verdade e quais respostas são sinal de alerta. O Blueprint vira seu termo de referência.
Porque a prova está no ar: o Anotadíssimo é um aplicativo real, na Play Store, cobrando mensalidade por PIX e cartão, com a LGPD em ordem — construído e operado por uma pessoa só. Eu não ensino o que li; eu desenho o que fiz.
Me chama no WhatsApp, descreve a ideia em duas frases, e a gente marca a sessão.
Quero o caminho do meu app →